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12/06/17

Atenção à saúde bucal nas decisões da OMS

A defesa é de organizações brasileiras, como a FIO, e internacionais, como a FDI, que querem a inclusão da área em políticas de saúde e desenvolvimento.

Durante a 70ª Assembleia Mundial da Saúde realizada em Genebra, Suíça, em maio deste ano, a World Dental Federation (FDI) abordou a Organização Mundial de Saúde sobre três questões fundamentais: resistência antimicrobiana  (AMR); doenças não transmissíveis (DNTs); e a agenda para o desenvolvimento sustentável. Nesse contexto, a saúde bucal tem uma importância fundamental. 

A saúde bucal desapareceu das rubricas orçamentárias do programa da OMS para 2018/2019. A OMS não contempla a saúde bucal no relatório sobre o progresso na implementação da Agenda de Desenvolvimento Sustentável de 2030 e das Estatísticas de saúde do Mundo de 2017, além de não atribuir qualquer financiamento à saúde bucal dentro do próprio orçamento. Com base nessas informações, a FDI reivindicou à OMS, entre outras iniciativas, que a prevenção de doenças bucais no contexto do controle e prevenção de DNTs esteja inserida na agenda e declaração da Assembleia Geral da ONU de 2018; e a criação de um Plano Global de Ação de Saúde Bucal para fazer parte da iniciativa para prevenção de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (NCD)  e ser enquadrado em termos da contribuição da saúde bucal para o objetivo 3 da agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que é assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas e todos, em todas as idades.

A Federação Interestadual dos Odontologistas (FIO) apoia prontamente qualquer iniciativa que garanta à população acesso universal às políticas que envolvam saúde bucal na busca da qualidade de vida tanto no Brasil como em nível mundial. O desinteresse da OMS reflete a pouca importância que se dá à saúde bucal pelo mundo. E no Brasil não é diferente. Por isso, a FIO corrobora as cobranças da FDI junto à Organização Mundial de Saúde, mas não esquece de reivindicar, junto ao governo do Brasil, uma maior atenção à política de saúde bucal.

O presidente da FIO, José Carrijo Brom, espera que tanto o novo secretário-geral da ONU, o português António Guterres, como o novo diretor-geral da OMS, que define políticas e prioridades de saúde em todo o mundo, o etíope Tedros Achano Ghebreyesus, atribuam à saúde bucal sua real importância para o bem-estar da população mundial. E no Brasil, “a FIO estará firme na sua luta pela definição da política de saúde bucal como política de Estado, como fator para encaminhar o país rumo ao resgate de uma enorme dívida do poder público para com a população brasileira”, declarou.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação CNTU

Reprodução de notícia do site da FIO/jornalista Paulo Passos

 

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