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02/10/17

Isitec é citado em estudo sobre engenharia

“Fortalecimento das Engenharias”, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), em 2015, apresenta diversos aspectos da engenharia, no País.

 

Contextualizando a profissão também no cenário internacional, a pesquisa aborda, entre outros itens, as limitações nacionais do ensino da área, os novos requisitos profissionais, a caracterização da demanda por engenheiros, o perfil e a qualidade dos engenheiros formados, o reflexo da área na capacidade de inovação etc.. O trabalho cita o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), como uma iniciativa que “apresenta uma visão inovadora para o ensino da engenharia nacional, estimulando uma parceria avançada e pioneira entre empresas, instituição de ensino e bancadas de pesquisa. A instituição oferece, desde 2015, o primeiro curso de graduação em Engenharia de Inovação no Brasil”.

À apresentação, o trabalho defende a necessidade de “uma grande revolução no ensino das Engenharias no Brasil (...) para que o País aumente sua produtividade e acompanhe os países mais inovadores”. Para tanto, prossegue o texto, se “depende da capacidade das empresas inovar e isto depende da disponibilidade e da qualidade dos engenheiros e tecnólogos”.

O estudo, a partir de Pesquisa de Inovação 2011, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que, à época, “72,5% das empresas entrevistadas entendem a falta de recursos humanos qualificados como sério obstáculo para a inovação do setor industrial. O fato é que, do total de profissionais de Engenharia, pouco mais da metade (54%) atua no setor industrial. O quadro de escassez se agrava quando sabemos que a maioria dos estudantes (60%) abandona o curso antes de se formar”.

E que “a existência de engenheiros e cientistas inovadores está intimamente ligada tanto à inovação, geração e absorção de novas tecnologias como ao incremento da pesquisa e do desenvolvimento, o que aumenta a competitividade na cadeia de valor e resulta na produção de patentes industriais”.

A referência à instituição de ensino do sindicato está no item 4.1, “Por que o mundo inteiro se preocupa tanto com os engenheiros?”, como se segue: “No quesito qualidade, poucos cursos estão em sintonia com a tendência mundial de formar engenheiros com visão empreendedora e inovadora, embora algumas faculdades estejam se mobilizando para incorporar novas demandas, mediante a atualização de seus currículos. Novas instituições como o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e o Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia) já apresentam projetos pedagógicos em consonância com as novas tendências internacionais.”

O estudo reforça a importância de um ambiente de ensino que estimule a “competência, treinamento e criatividade, transitando em um ambiente interativo e propício ao desenvolvimento, que resulte na produção bem-sucedida de bens e serviços. Essas são as premissas básicas para que ocorra o processo de inovação”.

>> Leia o estudo completo aqui

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação CNTU

 

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