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28/05/18

Professores paulistanos das particulares param novamente nesta terça

Os professores da rede privada de São Paulo fazem nova paralização na terça-feira (29/5), em protesto contra a intransigência patronal.

Foto: Sinpro-SPFoto: Sinpro-SP

A categoria está em campanha salarial há cinco meses e luta pela manutenção de conquistas estabelecidas na Convenção Coletiva, que estão ameaçadas de serem eliminadas pelos tubarões do ensino.

A luta é contra o fim do recesso para 20 dias, restrições a bolsas de estudos para filhos, ao pagamento do recesso na demissão do final do ano e a exclusão da garantia semestral de salários a quem tem menos de cinco anos na escola (mais de 65% do total).

Na semana passada, o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP) comandou a paralisação de 24 horas ocorrido na quarta. A mobilização da categoria também ganhou força com o apoio de pais e alunos, além de outras entidades sindicais.

Apoio
A Federação Paulista dos Auxiliares de Administração Escolar (Fepaae) divulgou nota de apoio à mobilização pela manutenção de cláusulas sociais da Convenção, destacando que os docentes estão em campanha salarial desde janeiro.

“São conquistas de décadas que pouco ou nada representa em termos econômicos às Escolas e que são de grande valia aos Trabalhadores na Educação”, ressalta o texto assinado pelo presidente da entidade, professor Oswaldo Augusto de Barros.

A nota menciona dificuldades que a classe patronal está impondo às negociações com os Auxiliares de Administração Escolar. “Em função de todo o caos criado pela intransigência patronal, temos a própria comunidade, pais e alunos se unindo em favor dos trabalhadores em educação, pois entendem que redução das conquistas irá refletir na qualidade do ensino”, diz.

“Os professores de escolas particulares da cidade de São Paulo estão plenos de razão em ir às ruas em defesa da educação, pela manutenção das conquistas da convenção coletiva e contra a intransigência dos representantes patronais que, apoiados na reforma trabalhista, pretendem excluir direitos e precarizar ainda mais as condições de trabalho dos professores”, afirma o presidente do Sindicato da categoria em São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, em apoio ao movimento.


Mais informações: www.sinprosp.org.br


Fonte: Agência Sindical





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