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27/08/18

Odontologistas preparam documento para presidenciáveis

Odontologistas preparam propostas para presidenciáveis. Entidades se reuniram em Brasília para debater conjuntura e estratégias para garantir direitos à população e à categoria.

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

O presidente da Federação Interestadual dos Odontologistas (FIO), José Carrijo Brom, avalia de forma bastante positiva o encontro das entidades da Odontologia nacional, realizado em Brasília no último dia 8 de agosto. A Federação, em conjunto com demais entidades da categoria, preparam um conjunto de propostas que serão entregues aos candidatos à Presidência da República nestas eleições 2018.

Os detalhes do documento foram discutidos na reunião das entidades nacionais realizada na capital federal, na quarta-feira (8/8).

“Diante da desafiadora conjuntura vivida pelo País, precisamos unir forças para fazer frente às dificuldades. Enfrentamos um momento econômico adverso que afeta todos os setores, e com a odontologia não é diferente. Temos que propor iniciativas a fim de resguardar os direitos da categoria e o direito de cada pessoa aos serviços odontológicos", declarou Carrijo.

Para o dirigente, o encontro foi bastante signficativo. "Prova disso é que já estamos agendando uma nova conversa para o fim de agosto, quando vamos tratar dos desdobramentos do que foi discutido nesta quarta-feira (8). Esperamos continuar com essa capacidade de entendimento, de trabalho unificado, seja qual for o espaço de atuação: governo, Congresso Nacional, ANS”.

José Carrijo comemorou o fato de que questões pendentes entre as entidades foram tratadas e acertadas, o que facilitará o trabalho conjunto.

Em relação à entrega do documento aos candidatos, as respectivas assessorias serão contatadas para que ocorra pessoalmente. Os dirigentes vão expor aos presidenciáveis a preocupação com a estagnação das ações de saúde bucal nos anos recentes, depois de um período de avanços nos governos anteriores.

Um dos pontos defendidos pelos profissionais da odontologia é o fim da da Emenda Constitucional 95, que limitou os recursos em diversos setores, como a saúde. Também pesa nessa realidade o lugar a que foi relegada a Coordenação de Saúde Bucal na estrutura do Ministério da Saúde. "É importante que cada candidato se comprometa, se eleito, a resgatar de fato a saúde bucal em seu governo", diz um trecho do material.

Outros pontos que foram definidos na reunião:

Campanha de conscientização pelo MS

Garantir a conscientização da população sobre a importância da saúde bucal deve ser uma tarefa não só das entidades odontológicas, mas principalmente do governo. Com esse entendimento, os dirigentes das entidades nacionais decidiram que vão solicitar ao Ministério da Saúde a realização de campanhas permanentes nos moldes das que já são feitas para problemas como diabetes, tuberculose, hipertensão, câncer etc.

Proposta para que dirigentes conheçam o papel de cada entidade
Durante a reunião das entidades nacionais, foi colocada em discussão a ideia de promover um amplo encontro dos dirigentes de todas as entidades, em âmbitos nacional e estadual, com a finalidade de apresentar o papel de cada uma. Deverá ser um espaço para troca de informações e de confraternização.

A FIO considera essa iniciativa válida, pois é importante que as entidades respeitem o espaço umas das outras, saibam informar seus associados sobre os limites de atuação de cada uma e mostrem que o trabalho conjunto é o melhor caminho para a categoria.

O presidente da Federação ressaltou a necessidade de as demais entidades ajudarem a fortalecer os sindicatos, conscientizando os profissionais acerca da importância de financiá-los para que continuem cumprindo o papel de negociar com as empresas de convênios e credenciamentos, bem como com os empregadores nos setores público e privado. Essa prerrogativa é exclusiva dos sindicatos, severamente ameaçados de desaparecer em consequência da reforma trabalhista.

“Em vez de significar uma economia de poucos reais, todos perdem com o fim do sindicato”, lembrou o vice-presidente da FIO, Eduardo Gomide.

Medicina orofacial

Os cirurgiões-dentistas Francisco Carlos Motta, Antônio Tavares Bueno Jr. e Daniela Moya integram o movimento pela mudança da nomenclatura da profissão para medicina orofacial e foram recebidos na reunião para expor seus argumentos em favor dessa proposta. Diante da complexidade do assunto, cada entidade deverá discutir internamente com suas direções para depois se posicionar oficialmente a respeito. Possivelmente, os representantes do movimento serão convidados para apresentar seus argumentos nos sindicatos, conselhos, ABOs e APCDs, já que o apoio a uma mudança relevante como essa precisa ser antecedido de uma discussão aprofundada.


Comunicação CNTU
Com informações da FIO





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