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02/10/20

Fenafar apresenta uma pauta democrática para a profissão farmacêutica e para o direito à Saúde

A agenda de propostas no campo da saúde será apresentada aos candidatos às eleições municipais 2020, que tem como foco a luta em defesa da vida e fortalecimento do SUS.

 

 

A Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar) aprovou, em reunião de sua diretoria, uma plataforma de propostas de políticas públicas no campo do direito à saúde e da Assistência Farmacêutica a ser apresentada às candidatas e candidatos às Prefeituras e Câmara Municipais nas eleições que acontecem no final deste ano.

 

É uma agenda política que tem como foco a luta em defesa da vida, e que passa indiscutivelmente pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Leia abaixo na íntegra:

 

Carta Aberta da(o)s Farmacêutica(o)s

Para a (o) candidata (o)s nas Eleições Municipais 2020

 

O ano de 2020, é ano eleitoral para cargo de prefeita(o)s e de vereadora(e)s que determinarão o futuro de cada cidade para os próximos quatro anos.

 

Importante compreendermos a importância, em particular, destas eleições municipais. Um primeiro aspecto é o fato do voto ser uma conquista histórica da cidadania brasileira. Em segundo, somos chamada(o)s a exercer a cidadania pelo voto no qual expressamos o projeto político que desejamos e que nos represente no governo. Mas não é apenas isso!

 

Temos vivido dias muito difíceis, vendo o aumento das desigualdades sociais, mais dificuldades financeiras, os desmontes das políticas públicas, o fechamento de postos de saúde, as dificuldades do acesso aos medicamentos, a ausência na realização de concursos públicos, dentre outros.

 

E é exatamente no município, âmbito da vida cotidiana, haja vista que os projetos relacionados à saúde, educação, saneamento e segurança são desenvolvidos em cada um dos municípios brasileiros e aplicados nas cidades, que precisam de nossa atenção e olhar cuidadoso, porque as mudanças necessárias dependerão dos nossos votos.

 

Percebam que, neste último período, de tantos retrocessos e retiradas de direitos, se agravam diante da pandemia da Covid-19, e se aprofundam pela ausência de uma orientação única, coordenada e solidária do governo federal para com as instâncias estaduais e municipais, numa morosidade e falta de vontade política de cumprir suas obrigações legais e morais, de não aplicação dos recursos financeiros sustentáveis, na defesa da vi