Começou na manhã desta quinta-feira (1º) a Reunião do Conselho de Representantes da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), no auditório do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo (Seesp), no centro da capital paulista.

Na abertura os presentes homenagearam as vítimas da tragédia com o Chapecoense e o líder revolucionário cubano, Fidel Castro, com um minuto de silêncio. A mesa composta pelo vice-presidente, Fábio Basílio, segunda vice-presidente, Veridiana Ribeiro e a secretária-geral, Maruza Carlesso, recepcionou os participantes e deu boas-vindas ao sindicato de Alagoas, recém-filiado a Fenafar.
Fábio destacou as consequências da aprovação da PEC 55, apelidada de PEC da Maldade, aprovada em primeiro turno, na terça-feira (29), pelo Senado Federal. Ele reiterou que é o momento de acirrar a luta para defender os direitos sociais duramente conquistados e submeteu para aprovação as propostas de pauta da reunião.
A primeira pauta de discussão do dia foi a “Apresentação do Consolidado do PES”, mediada pela diretora de organização sindical, Debora Melecchi, diretora da região Nordeste, Lavínia Magalhões e Fábio Basílio, responsáveis pela coordenação do planejamento estratégico da Fenafar.
Debora Melecchi apresentou as ações que já estão sendo planejadas para 2017. Uma das prioridades são os cursos de formação e a campanha de sindicalização. Para o curso de formação, 10 estados já demonstraram interesse. O curso possui carga horária de 16h, com turma para 40 pessoas entre a base sindical e lideranças.
A Campanha de Sindicalização está agendada para começar no dia 5 de maio e acontecerá até outubro de 2017. A blitz ocorrerá na semana do URM entre os dias 5 a 7 de maio e pretende atingir 2 mil farmacêuticos. A meta é aumentar em 10% o número de sindicalizados em cada estado.
Também foram apresentadas as propostas de Seminários Estaduais de Saúde e Segurança do Trabalho, Encontro da Assessoria de Comunicação sugerido para novembro, defesa da PEC 01/2015 e a valorização do farmacêutico.
Os presentes reforçaram a importância da luta pela valorização do farmacêutico, destacando a redução da jornada de trabalho de 44h semanais para 30h, e a situação de vulnerabilidade dos profissionais que trabalharam nas grandes redes de drogarias.
Fonte: Fenafar
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