Os impactos do Programa Bolsa Família nos indicadores de saúde foi um dos temas tratados na 202ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Entre os convidados para o debate estava Camile Mesquita, diretora de condicionalidades do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Segundo Camile, o funcionamento do Programa está atrelado a três dimensões:
- alívio imediato da pobreza, por meio da transferência direta de renda às famílias mais pobres;
- ruptura do ciclo da pobreza, que passa de geração para geração, por meio do reforço aos direitos sociais básicos;
- desenvolvimento de capacidades das famílias, com a articulação de programas e ações voltadas para elas.
A diretora do MDS destacou ainda como principais características do Bolsa Família o atendimento da família (e não dos seus membros isoladamente); contrapartidas das famílias e do governo nas áreas de saúde, educação e assistência social; gestão compartilhada entre esferas de governo e participação da sociedade.
Especificamente na área da saúde o Programa visa a promoção da segurança alimentar; auxílio no combate à mortalidade infantil e à desnutrição infantil; auxílio na promoção da saúde da mulher e informação para a definição de outras ações de saúde.
Entre as ações que já fazem parte da rotina do Programa estão a atenção básica com o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil por meio da vigilância alimentar e nutricional; a vacinação para crianças menores de 7 anos e a assistência pré-natal e pós-parto.
Uma iniciativa da CNTU em prol do desenvolvimento nacional e do bem-estar da população.