Receio do governo de que total de inscrições de médicos ao programa tenha sido influenciado por campanha de inscrições seguidas de desistências resultou em pedido de investigações sobre origem da
Ao divulgar ontem mais de 11 mil inscritos para o programa Mais Médicos em uma semana, a Agência Brasil também noticiou que a Polícia Federal investigará origem de possível tentativa de sabotagem ao programa, que se daria por inscrições seguidas de desistências em massa.
Esse informação vinha circulando nas redes sociais e o vice-presidente da Fenam e presidente do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo (Simes), Otto Baptista., negou qualquer envolvimento das entidades médicas. “O Simes e as entidades médicas nacionais têm feito críticas ao Programa Mais Médicos e vão apelar à Justiça brasileira e até às Cortes Internacionais para evitar que o Governo Federal continue desviando o foco do real problema da saúde brasileira: a falta de gestão qualificada e de investimento na Saúde brasileira”, disse ele. O sindicalista acredita a informação é “plantada e mentirosa” e serve para desqualificar a luta das entidades de classe.
Já o Ministério da Saúde teme que essas orientações na rede sirvam para retardar o início do programa e pediu à Polícia Federal que investigue a sua origem. O programa Mais Médicos fará entrevistas com os inscritos para verificar o real interesse nas vagas.
De acordo com o Ministério da Saúde, do total de profissionais que deram início ao cadastro, 9.366 se formaram no Brasil e 2.335 no exterior. Quanto à nacionalidade, 10.786 são brasileiros e 915, estrangeiros. Fonte : SIMES
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