Violência estrutural vem de retrocessos sociais

A afirmação é do presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), Ronald dos Santos, em evento que discutiu o controle de doenças no País.

Em participação na 15ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), realizada no final de junho último, o presidente Ronald dos Santos, debateu a violência estrutural como consequência dos retrocessos sociais que têm acontecido no País.

Para ele, a tentativa de se colocar em prática uma agenda neoliberal acaba naturalizando a violência. O dirigente destacou, entre as medidas tomadas pelo Governo Federal, a Emenda Constitucional 95, que deve representar a perda de aproximadamente R$ 415 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com estudo realizado pela Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento (Cofin) do Conselho.

“O resultado concreto disso é a pior das violências, a violência estrutural. O conjunto de proteção social que conseguimos garantir na Constituição de 88 está em risco e vai colocar em evidencia a exclusão, a violência, a marginalização. Temos de defender uma agenda que se contraponha à violência e traga a saúde e proteção social como direito”, avaliou.

 

Comunicação CNTU
Com informações do site do CNS

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