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31/10/16

Pela valorização da profissão farmacêutica

Entidades ligadas aos profissionais discutem bandeiras e lutas necessárias em fórum nacional, na última semana.

 

Entidades que compõem o Fórum Nacional pela Valorização da Profissão Farmacêutico se reuniram em Brasília, em 27 de outubro último, para mais uma reunião com o objetivo de unificar a ação das entidades em torno de uma agenda comum em prol da profissão. A Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), uma dessas entidades, apresentou documento no qual lista algumas bandeiras e levanta preocupações à luta da categoria em meio a turbulência política que vive o País.

Representando a Fenafar à mesa de abertura do evento, o presidente Ronald Ferreira dos Santos pontuou algumas destas preocupações: “Temos que refletir sobre o quanto mudou de qualidade o ambiente no qual se desenvolvem nossas propostas. Nós elencamos quatro ou cinco proposições entre elas as 30 horas (redução da jornada), o piso nacional, a carreira e a presença do farmacêutico do SUS (Sistema Único de Saúde).”

Segundo ele, nunca na história recente o debate sobre remuneração e jornada de trabalho teve um ataque tão severo por parte do setor patronal e seus representantes no Legislativo. E relacionou: “Propostas de 12 horas diárias, 80 horas semanais, negociado acima do legislado que vai liquidar todas as nossas conquistas, a suspensão dos processos da ultratividade pelo ministro Gilmar Mendes – a regra até agora era que se não há convenção coletiva nova vale a anterior, a partir desta decisão isso deixa de valer. Isso desrespeita a nossa valorização.”

O presidente da Fenafar também chamou a atenção para uma das principais lutas do momento, contra a PEC 241. “A Câmara aprovou em segundo turno o projeto que altera a Constituição e congela por 20 anos os gastos públicos. Essa proposta vai à contramão da luta que desenvolvemos pela ampliação dos recursos para a Saúde. Se o Senado aprovar essa PEC, a atuação do farmacêutico no SUS estará comprometida”, alertou.

Ele falou, também, que conquistas recentes da categoria também estão ameaçadas por este ambiente, como a Lei 13.021 e conclamou às entidades e à categoria a fortalecerem a unidade. “Temos um grande volume de diferenças e conflitos na nossa categoria. Mas nós temos que aprender com a nossa história. A unidade da categoria em torno de propostas é significado de resistência e vitórias. Vamos continuar tendo nossas diferenças, mas a conjuntura nos exige unidade e ação política para que possamos localizar o que nos unifica para que fazer o enfrentamento e termos bandeiras para continuar aglutinando e nos unindo.”

Walter Jorge João, presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), também salientou a importância de se mobilizar a categoria em torno de bandeiras unitárias e disse que de fato “todos têm dado sua contribuição e se mostrado verdadeiramente apaixonados pela nossa profissão farmacêutica”.

O presidente do CFF acha que há temas emergenciais que exigem resposta das entidades e da categoria e que é necessário definir uma agenda comum de luta para obter conquistas e impedir retrocessos.

Comunicação CNTU
Com informações do site da Fenafar


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